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Mãos organizando caixas de documentos numa estante

Transição sem parar a operação

Trocar de contador

Quatro semanas, com cronograma escrito em cada etapa e sem que nenhuma obrigação deixe de ser entregue no meio do caminho.

Você já quis trocar e não trocou, porque alguém disse que é complicado, que vai perder histórico, ou que no meio da troca alguma obrigação deixa de ser entregue.

Nada disso precisa acontecer, e o que evita é ter o cronograma escrito antes de avisar o escritório atual.

As quatro semanas

Cronograma da transição, com responsável e prazo
QuandoO que aconteceQuem faz
Antes de avisarLevantamento do que existe, das obrigações do período e do que está em atraso. É aqui que se descobre se há passivo escondidoNós, com o que você tem em mãos
Semana 1Comunicação formal ao escritório atual, com a lista de documentos a receber e o prazo, e a carta de transferência de responsabilidade técnicaVocê assina, nós redigimos
Semana 2Recebimento e conferência de arquivos digitais, livros, balancetes, folha, certificados e procuraçõesNós
Semana 3Migração, conferência de saldos de abertura e identificação do que precisa ser retificadoNós
Semana 4Operação plena, com o primeiro fechamento no prazo contratadoNós

O levantamento inicial, e o que costuma aparecer nele

Fazemos esse levantamento antes de qualquer decisão, e ele é gratuito. Os quatro achados mais frequentes:

Obrigação acessória em atraso que ninguém sabia, normalmente estadual ou municipal, e normalmente ainda dentro do prazo de correção espontânea.

Saldo contábil sem lastro carregado por anos, que ninguém baixa porque ninguém sabe de onde veio.

Enquadramento tributário que deixou de ser o melhor depois de a empresa mudar de porte, de mix de receita ou de composição de folha.

Crédito recuperável não aproveitado. Esse último costuma pagar o primeiro ano de honorários. Não é promessa, é o que a frequência mostra, e você só saberá se vale para a sua empresa depois do levantamento.

Seus direitos na transição

Quando há resistência, o caminho é a comunicação formal com prazo, e o Conselho Regional de Contabilidade tem canal próprio para o caso de a documentação não ser entregue.

Sobre avisar antes ou depois. Recomendamos fazer o levantamento inicial antes de comunicar o escritório atual. Não por conflito, e sim porque é o levantamento que diz se a troca vale a pena. Comunicar primeiro e descobrir depois que não valia é o pior dos dois mundos.

Perguntas que chegam antes da primeira reunião

Posso trocar em qualquer época do ano?

Pode. O período mais tranquilo é logo após o fechamento de um trimestre, porque reduz o retrabalho de conferência de saldos. Mas nenhuma época impede a troca, e adiar por causa do calendário costuma custar mais do que trocar fora da janela ideal.

Vou perder o histórico?

Não. Os livros, arquivos digitais e demonstrações são da empresa, e são recebidos e conferidos na semana 2. Quando falta alguma coisa, isso fica registrado por escrito e reconstruímos o que for possível.

E se o escritório atual não entregar os documentos?

A comunicação formal com prazo resolve na maioria dos casos. Persistindo, o Conselho Regional de Contabilidade tem canal próprio para a situação. A documentação contábil e fiscal é da empresa.

O levantamento inicial tem custo?

Não tem, e não gera compromisso de contratação. Ele existe para que você decida com informação, inclusive a informação de que talvez não valha a pena trocar.

Alguma obrigação deixa de ser entregue no meio da troca?

Não, e é justamente por isso que existe o cronograma. As obrigações do período de transição ficam nomeadas, com responsável e data, antes de a troca começar.

Levantamento antes de decidir

O que existe hoje, o que está em atraso e o que há de crédito não aproveitado. Sem custo, e antes de qualquer conversa com o escritório atual.

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